Sustainability problems in substantive economies

Authors

DOI:

https://doi.org/10.48162/rev.36.165

Keywords:

sustainability, substantive economies, marginalized rural spaces, commodification, public policies

Abstract

This article starts from the concept of sustainability adopted by the UN in 1987, based on the Brundtland Report, to analyse its subsequent instrumentalization by political and economic discourses based on a neoliberal logic.
To recover the essence that it had in its origins, the concept of sustainability must imply a balance between economy, society and the environment. This corresponds to a substantive conception of the economy, where the market constitutes a subsystem of society and nature, with the objective of providing sustenance to the community instead of maximising earnings.
For the purpose of this work, rural territories were taken as a reference where economic forms persist and, in most cases, predominate – such as peasant economies or community economies - which differ substantially from the capitalist market economy. Much practical and experimental knowledge has, over time, accumulated solutions for different problems. However, with the acceleration of changes in the last two centuries, many of these solutions -designed to maintain a balanced relationship with nature- were forgotten. On the other hand, this knowledge based on accumulated experience increasingly lacks tools capable of responding to complex problems on a global scale, such as the decline of biodiversity, contamination and the effects of economic globalization.
From this perspective, the pertinent question is whether scientific communities are not, in fact, prepared to engage in an exchange of knowledge for the valorisation of rural spaces and, therefore, in the construction of responses to all the problems previously stated.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Pedro Hespanha, Universidade de Coímbra, Facultade de Economia, Centro de Estudos Sociais (CES)

Es profesor jubilado de la Facultad de Economía de la Universidad de Coimbra y miembro fundador del Centro de Estudios Sociales. Ha investigado y publicado en los campos de estudios rurales, políticas sociales, sociología de la medicina, pobreza y exclusión social. Fue profesor invitado en varias universidades extranjeras y participó como investigador principal en varios proyectos y redes de investigación nacionales e internacionales. Desde 2008 hacia 2023 coordinó el Grupo de Estudio de Economía Solidaria (ECOSOL/ CES).

References

Altieri, M. (2002). Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Ed. Agropecuária.

Caillé, A. & Laville, J.-L. (2008). Postface. En: M. Cangiani & J. Maucourant (Dirs.), Essais de Karl Polanyi (565-585). Editions du Seuil

Coelho, N. B., Matos, M. J. de, Vieira, D. D., Silva, A. F., Marinho, C. M., Freitas, H. R., Farfan, S. J. A., & Pereira, J. P. (2026). Tecnologias sociais e a agroecologia: facilitando a adoção de práticas sustentáveis no Ceará. Contribuciones A Las Ciencias Sociales, 19(1), e23550. https://doi.org/10.55905/revconv.19n.1-224. Dagnino, R. (2009). ’Ciência e Tecnologia para a Cidadania’ ou Adequação Socio-técnica com o Povo”. Tecnologia e Sociedade, 5(8), 1-23.

Gardin, L. (2006). Les Initiatives Solidaires. La réciprocité face au marché et à l’État. Érès

Hespanha, P., (1994). Com os Pés na Terra: Práticas fundiárias da população rural portuguesa. Porto: Afrontamento.

Hespanha, P. (2010). Microempreendedorismo popular e Economia Solidária. O sentido de uma mudança. Outra Economia. Revista Latinoamericana de Economía Solidaria, IV (7). 111.130.

Hespanha, P & Carapinheiro, G. (2002). Risco Social e Incerteza: Pode o Estado Social Recuar Mais? Afrontamento.

Icaza, A. & Tiriba, L. (2009). Economia Popular. En A. Cattani, J.L. Laville, L. I. Gaiger & P. Hespanha (Eds.), Dicionário Internacional da Outra Economia (pp. 150-155). Almedina Brasil.

Kinyanjui, M. N. (2016). Positioning Peasants, Artisans, and Traders. World Policy Blog.

Leff, E. (2012). Aventuras da epistemologia ambiental: da articulação das ciências ao diálogo de saberes. Cortez Editora.

Little, P. (2002). Territórios Sociais e Povos Tradicionais: Por uma Antropologia da Territorialidade. Universidade de Brasilia.

Louçã, F. & Castro Caldas, J. (2010). Economia(s). Afrontamento.

Moreno Feliu, Paz (1996). Las dos caras de la Comunidad. En José Antonio Fernández de Rota y Monter (Dir.). Las Diferentes Caras de España Perspectivas de Antropologos Extranjeros y Espanoles (pp. 155-166). Universidad de la Coruña.

Neder, R. & Costa, F. (2014). Apresentação. En R. Neder e F. Costa (Orgs.) Ciência, Tecnologia, Sociedade para a Construção da Agroecologia (pp. 7-13). Observatório do Movimento pela Tecnologia Social na América Latina.

Nepal, T. (2024). The role of Traditional Ecological Knowledge in Environmenytal Stewardship: Beyond Poverty and Necessity.” Journal of Resources Energy and Necessity, 20(2), 86-96.

Polanyi, K. (2001). The Great Transformation. The Political and Economic Origins of Our Time. Beacon Press.

Quiñonez, E. (2020). Os circuitos curtos de comercialização dos bens agro-alimentares. (Tese de Doutoramento). Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Sabourin, É. (2013). Enfoques anti-utilitaristas e pós-coloniais aplicados a economias e sociedades camponesas. Realis, 3(1), 78-110.

Santos, L. (2004). Quando o conhecimento técnico-científico torna-se predação high-tech: recursos genéticos e conhecimento tradicional no Brasil. En Boaventura de Sousa Santos (Org.) Semear outras Soluções. Os caminhos da Biodiversidade e dos

Conhecimentos Rivais (pp. 107-137). Afrontamento.

Serra, R. & Alegretti, G. (2020). Democracies in common places: stories from baldios and ‘fir-tales’ in Portugal. Scienze del Territorio, 8, 91-109.

UN – WCED (1987). Our Common Future. UN Documents.

Vallina, J. I. (2022). Una nueva economía para la aldea del siglo XXI. En E. Moyano Estrada (Coord.), La España Rural: retos y oportunidades de futuro (pp. 105-120). Publicaciones Cajamar.

Published

02-07-2026

How to Cite

Hespanha, P. (2026). Sustainability problems in substantive economies. aberes prácticas. evista e Filosofía Educación, 11(1), 1-13. https://doi.org/10.48162/rev.36.165